Estoril Open NotÃcias e Eventos 2006

Marat Safin
© João Lagos Sports
O nome mais laureado de todos os que figuram na lista oficial de inscritos da 17 edição do Estoril Open é o de Marat Safin que regressa ao Jamor após participações nas edições de 2002 (segunda ronda) e 2004 (final). João Lagos regozija-se com a presença de um carismático e virtuoso campeão que saltou do anonimato para a fama em torneios portugueses organizados pela João Lagos Sports: O Marat Safin ultrapassou o qualifying para chegar aos quartos-de-final de um challenger nos Açores em 1997 e na semana seguinte ganhou o seu primeiro título internacional noutro challenger em Espinho; três anos depois arrasou o Pete Sampras na final do Open dos Estados Unidos e na conferência de imprensa que se seguiu à vitória considerou essa passagem por Portugal como decisiva no lançamento da sua carreira. Depois veio jogar a Tennis Masters Cup de Lisboa como número um do mundo e já conta com dois títulos do Grand Slam e uma Taça Davis no seu palmarés - após perder a final do Estoril Open de 2004 em três sets e de ter entretanto ganho o Open da Austrália, veremos se é desta que junta o nosso torneio ao seu palmarés.
Aos 26 anos, Marat Safin é dotado de um ténis fulminante e apresenta um currículo com vários destaques extra-desportivos. Já foi eleito pela People Magazine como ´Uma das 50 Pessoas Mais Intrigantes do Circuito´, foi nomeado ´jogador preferido´ do circuito profissional masculino numa sondagem no site oficial do ATP e é também um dos favoritos da imprensa e da crítica, não só devido à sua mescla de potência supersónica e habilidade inata, mas também pelo seu carácter espirituoso.
Com 1m94 de altura e 89 kg, o colosso moscovita apresenta um palmarés que inclui 15 troféus em 25 finais (tendo jogado quatro finais em torneios do Grand Slam: venceu o Open dos Estados Unidos em 2000 e o Open da Austrália em 2005; perdeu a decisão do Open da Austrália em 2002 e 2004). Já nadou com golfinhos no Miami Seaquarium e gosta de recordar a sua visita à mansão de Hugh Heffner, o patrão da Playboy. Para além do recorde de raquetas partidas (chegou a fazer uma média de 50 por ano) e da reputação de terror dos courts, tem também fama de bon-vivant acompanhado por esbeltas raparigas já designadas de ´Safinetes´ se bem que afirme que esses tempos de playboy já ficaram para trás.
Após mais de meio ano a contas com um grave problema no joelho, o temperamental russo está de regresso ao circuito e já provou o seu nível nas últimas semanas ao derrotar por duas vezes um sólido competidor do top 5 mundial como o seu compatriota Nikolay Davydenko.


Notícias 2008





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